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Mostrando postagens com o rótulo Território

Indígenas e quilombolas bloqueiam entrada do Palácio do Planalto em ato por bolsas de estudo

MEC anunciou 2,5 mil vagas de bolsa permanência; indígenas dizem que número é insuficiente. Não houve registro de confrontos no protesto. Indígenas e quilombolas fazem ato em frente ao Palácio do Planalto, em Brasília (Foto: Guilherme Mazui/G1) Manifestantes bloquearam, nesta terça-feira (19), a entrada principal de pedestres e veículos no Palácio do Planalto, em Brasília. O protesto cobra a ampliação de bolsas de graduação para estudantes indígenas e quilombolas. De acordo com a Polícia Militar, o ato reunia 150 pessoas até as 16h – os organizadores não informaram estimativa. Até o mesmo horário, não havia registro de conflitos no local. Segundo o estudante da Universidade de Brasília (UnB) Poran Potiguara, o anúncio recente do Ministério da Educação sobre a ampliação do Programa Bolsa Permanência (PBP), com 2,5 mil bolsas ofertadas, não é suficiente. “O total de 2,5 mil bolsas abertas para 2018 não é suficiente para contemplar os alunos indígenas e qui...

Marcação: Genildo da Carneira trás 90 casas populares do PNHR para a população indígena do municipio de Marcação

Em parceria com a CONIS, APRAIC e Caixa EconômicaFederal. Genildo Avelar fala ao ParaibaNews1 Quero em primeiro lugar agradecer a Deus por mais uma conquista que trago para o povo de Marcação em especial para nossas aldeias, conseguimos  aprovar 90  casas no PNHR - Programa Nacional de Habitação Rural, hoje 22 de maio de  2018 assinamos com os beneficiários os contratos junto a Caixa Economica Federal para iniciarmos as construções das 90 casas populares para  indígenas Potiguara do municipio de Marcação/PB, na Escola E.E.I.F. e Médio Índio Antônio Cinesio da Silva -Aldeia Brejinho. As casas foram Destribuidas da seguinte forma: 15 unidades na Aldeia jacaré de São Domingo, 25 unidades   na Aldeia Estiva velha, 14 unidades na Aldeia Grupiuna,  09 unidades na Aldeia Jacaré de César, 16 unidades na Aldeia Carneira, 11 unidades na Aldeia Brejinho e 02 unidades na Aldeia Coqueirinho. Foram beneficiadas 90 famílias, nós vamos continuar busc...

GENILDO DA CARNEIRA AGRADECE A DEUS PELAS 90 NOVAS CASAS DO PNHR PARA INDÍGENAS DO MUNICÍPIO DE MARCAÇÃO/PB.

Obrigado meu Deus por mais uma vitória! Genildo Avelar Cardoso    Quero em primeiro lugar agradecer a Deus por mais uma conquista que trago para o povo de Marcação, em especial aos indígenas Potiguara. Ontem aprovamos 90 habitações (casas) do PNHR para algumas Aldeias indígenas do município de marcação/PB, já aprovadas, os contratos já na Caixa Econômica de Mamanguape onde iremos estar nesses dias levando os beneficiários para assinarem os seus r espectivos contratos. Os nossos  parabéns  vai em especial para essas famílias das Aldeias: Jacaré de São Domingo, Aldeia Estiva velha, Aldeia Grupiuna, Aldeia Jacaré César, Aldeia Carneira, Aldeia Brejinho e Aldeia Coqueirinho – Marcação/PB. Agente já estamos construindo 42 casas nas Aldeias. Então foram beneficiadas até agora total 132 famílias. Nosso trabalho continua, em breve mais novidades. Parceria da APRAIC – Associação dos Produtores Rurais da Aldeia Indígena Potiguara Carneira, Genildo Avelar Cardoso, com...

REGULARIZAÇÃO DE DUAS TIS, MUDANÇA NA FUNAI E PARECER 001: O QUE O GOVERNO TEMER FEZ NO ABRIL INDÍGENA

No contexto onde há 836 terras indígenas a serem demarcadas no Brasil, e com mais um presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai) imposto e deposto pela bancada ruralista, em pleno Abril Indígena, a publicação do Relatório Circunstanciado da TI Pankará e a homologação da TI Baía do Guató não melhoraram a imagem de um governo que em dois anos aprofundou a crise da política indigenista estatal com marco temporal, cortes orçamentários, loteamento da máquina pública a partidos aliados e precarização do direito à terra. A TI Baía do Guató foi homologada com 20 mil hectares no Pantanal matogrossense. Já a TI Pankará teve a demarcação de 15 mil hectares no Sertão pernambucano. “A felicidade foi muito grande porque em 2003 sequer éramos reconhecidos enquanto povo indígena, vivíamos fazendo ritual escondido… atrás da pedra, como papai costuma dizer, mas a gente sabe que ainda não é garantia porque o governo é fraco em proteger nosso direito”, afirma Manoelzinho Limeira Pankará. O in...

INDÍGENAS REAFIRMAM LUTA PELA REVOGAÇÃO DO PARECER DO GENOCÍDIO E GOVERNO SE COMPROMETE A RETOMAR REUNIÕES DO CNPI

Indígenas se sentiram desrespeitados por ter seus celulares recolhidos na reunião com órgãos de governo. Crédito: Priscila Tapajoara/Mídia Índia Em reunião com lideranças, órgãos do governo comprometeram-se a responder questionamentos e reativar Conselho Nacional de Política Indigenista No dia seguinte à manifestação de mais de três mil indígenas em frente à Advocacia-Geral da União (AGU), lideranças indígenas tiveram uma nova reunião com a ministra Grace Mendonça. Durante seis horas da tarde de quinta (26), representantes do Ministério Público Federal (MPF) e advogados de organizações indígenas e indigenistas reforçaram os argumentos jurídicos que demonstram a inconstitucionalidade do Parecer 001/2017, chamado pelos povos indígenas de “Parecer do Genocídio”, e lideranças reafirmaram o pedido por sua revogação imediata. A segunda reunião com Mendonça nesta semana foi conseguida  no  tenso encontro que ocorreu no dia anterior ,  durante o Acampamento Terra Livre 20...

Documento final do Acampamento Terra Livre 2018

No penúltimo dia de plenárias, lideranças indígenas consolidam carta final da Mobilização Indígena com as demandas dos povos indígenas zoom Projeção realizada no Congresso Nacional (© LabLuxZ / MNI) O NOSSO CLAMOR CONTRA O GENOCÍDIO DOS NOSSOS POVOS Depois de 518 anos, as hordas do esbulho, da acumulação e do lucro continuam massacrando e exterminando os nossos povos para tomar conta de nossas terras e territórios, dos bens comuns e de todas as formas de vida que, milenarmente, soubemos proteger e preservar. Completados 30 anos da Constituição Federal de 1988, que consagrou a natureza pluriétnica do Estado brasileiro, os povos indígenas do Brasil vivem o cenário mais grave de ataques aos seus direitos desde a redemocratização do país. Condenamos veementemente a falência da política indigenista, efetivada mediante o desmonte deliberado e a instrumentalização política das instituições e das ações que o Poder Público tem o d...

JOVENS INDÍGENAS REALIZAM SUA PRIMEIRA PLENÁRIA NO ACAMPAMENTO TERRA LIVRE

Juventude indígena discutiu protagonismo politico | Mobilização Nacional Indígena O Acampamento Terra Livre (ATL) 2018 teve, na noite desta terça (24/4), uma plenária inédita: pela primeira vez, depois de 15 edições, os jovens indígenas articularam um espaço próprio oficial para discutir seus desafios e problemas. O ATL está montado no Memorial de Povos Indígenas, em Brasília, e já conta com a participação de 3,5 mil índios de mais de cem povos, de todas as regiões do país. A mobilização vai até a próxima sexta, 27/4. “Temos um número muito expressivo de jovens participando. Nós temos uma força, sabedoria e vitalidade muito importantes para o movimento indígena”, disse Patrícia Juruna, da Comissão Nacional da Juventude Indígena. “A gente se soma com o acesso às novas tecnologias. Reforçamos a luta dos nossos povos”, conclui. Também membro da mesma comissão, Erisvan Guajajara conta que a juventude tem ocupado novos espaços, inspirada em “novas ideias”, para fortalecer as estraté...

INDÍGENAS VÃO AO STF PEDIR FIM DO ‘MARCO TEMPORAL’

Ministra Rosa Weber recebe indígenas em audiência. Foto: Nelson/STF Em visita ao Supremo Tribunal Federal , cerca de 20 indígenas pediram a rejeição da tese ruralista que inviabiliza as demarcações  Uma comitiva de cerca de 20 indígenas foi ao Supremo Tribunal Federal (STF), na tarde desta quarta (25/4), para reiterar a necessidade de revogação do parecer 001/2017 da Advocacia-Geral da União (AGU), oficializado pelo governo Temer e que inviabiliza as demarcações das Terras Indígenas. O grupo defendeu, em especial, que a polêmica tese ruralista do “marco temporal”, incluída no parecer, seja rejeitada pelos ministro da corte. Segundo a tese, só teriam direito às suas terras comunidades que estivessem em sua posse em 5 de outubro de 1988, data de promulgação da Constituição. A tese desconsidera o histórico de violências e expulsões sofridas pelos povos indígenas. O parecer aplica aos procedimentos demarcatórios as determinações contidas na decisão do tribunal sobre o julgame...